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Nos próximos dias 31 de novembro e 1º de dezembro, a Valmont, empresa líder no mercado de irrigação, marca presença no 10º Seminário sobre Produtividade e Redução de Custos na Agroindústria Canavieira, que será realizado pelo Grupo IDEA, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto/SP, no interior paulista.
O Engenheiro Agrícola da Valmont, Marcus Schmidt, representará a empresa durante o Seminário, que irá apresentar várias soluções para facilitar o desenvolvimento do plano de ação auxiliando os gestores a definir os caminhos mais adequados a tomar.
Dentre as tecnologias que serão apresentadas pela Valmont durante o evento, destacam-se os pivots da marca Valley, o VIP (Valley Irrigação de Precisão), equipamento que garante a aplicação precisa da água em diferentes partes da área irrigada, maximizando a produção com menor consumo de água e energia e, ainda, o software Base Station2-SM, que permite o monitoramento e controle de equipamentos como pivots e estações remotas (bombas, auxiliares diversos) a partir de uma estação Base, via computador e rádio resultando em menor necessidade de deslocamentos no campo e melhor aproveitamento da tarife verde de energia elétrica. “Com o atual cenário, o Brasil precisa produzir muito mais cana-de-açúcar para atender às demandas de etanol, açúcar e energia. A irrigação é uma importante ferramenta neste contexto, pois possibilita um aumento na produtividade, diminuindo a abertura de áreas de expansão”, explica Schmidt.
Mais informações e inscrições sobre o Seminário no site: www.ideonline.com.br.Telefone: (16) 3514-0631 | 3211-4770 E-mail: eventos@ideaonline.com.br.
Apesar da cultura da cana ser amplamente cultivada sem irrigação ou com irrigação de salvamento no Brasil, há uma grande expansão de áreas de produção irrigada de cana de açúcar em função de um mercado de álcool e açúcar em forte expansão, associado aos avanços da indústria de equipamentos.
Com a implantação de áreas de produção de cana de açúcar no centro-norte brasileiro, sobretudo na região do cerrado, a cultura passou a ficar exposta a maiores níveis de déficit hídrico ao longo do ano, principalmente em função da ocorrência de maiores temperaturas durante o inverno, maior insolação, solos com menor capacidade de retenção hídrica e períodos de estiagem mais prolongados. Este novo contexto de solo e clima, propiciou um aumento de resposta da cultura ao uso da irrigação. No entanto, como a cultura apresenta grande tolerância ao déficit hídrico, o grande desafio é saber qual o nível de stress hídrico admissível que ainda garanta altas produtividades. Esta análise é de fundamental importância, pois as áreas de produção de cana são de grande extensão, o que torna os projetos de irrigação um investimento de alto custo de implantação, grande consumo de energia e enorme disponibilidade de água.
Para utilização viável da irrigação em cana é preciso compreender o conceito de “agricultura irrigada”. Quando se trabalha com irrigação de forma tecnificada, é preciso extrapolar o critério superficial de que uso da irrigação é para cultura de “sequeiro mais água”, ou seja, mantendo-se os mesmos parâmetros técnicos como: variedade, estande, adubação, potencial produtivo, etc. A agricultura irrigada estabelece um novo patamar tecnológico, havendo significativo incremento no potencial produtivo. Dessa forma, deve-se desenvolver novos critérios técnicos para usufruir este aporte tecnológico que garante à cultura maiores níveis produtivos e qualitativos. Isto foi verificado para várias outras culturas comerciais irrigadas, que aumentaram e continuam aumentando a perspectiva de produtividade em função do uso de novos parâmetros técnicos que aprimoram a resposta ao uso da irrigação.
Benefícios da irrigação na cultura da cana de açúcar
Entre os principais benefícios propiciados pela irrigação de cana, podem ser citados:
- Aumento da produtividade.
- Ampliação da longevidade do plantio.
- Redução da área plantada (redução nos custos do plantio e de manutenção).
- Diminuição da infra-estrutura (estradas e outras infra-estruturas, equipe técnica e de campo).
- Estabilização e planejamento da produtividade (diminui a variabilidade da produção).
- Menor custo de colheita e transporte (menores áreas, talhões mais produtivos, menores distâncias).
- Sinergia com uso da fertirrigação.
- Utilização racional da vinhaça.
Concepções de uso da irrigação na cultura da cana de açúcar
Há, basicamente, três diferentes concepções de projetos para irrigação de cana de açúcar, que poderão ser implantados de acordo com a disponibilidade hídrica, nível tecnológico e exposição ao déficit hídrico local:
1) Irrigação de salvamento: Consiste em aplicar lâmina de 40 a 80 mm após cada corte anual, com intuito de “salvar” a soca. Concepção de irrigação mais difundida e utilizada, sobretudo devido ao menor requerimento de água, menor custo e simplicidade de critério de decisão. Este tipo de irrigação, em regiões do cerrado é de fundamental importância para a viabilidade econômica da cana-de-açúcar. Os equipamentos que melhor se adéquam a esta estratégia de irrigação são tipo alto propelido e pivôs centrais ou sistemas lineares rebocáveis.
2) Irrigação com déficit: Consiste em aplicar lâminas acumuladas de 200 a 400 mm/ano. Neste caso, faz-se necessário realizar estudo climático da região, para, baseado no balanço-hídrico, definir estratégia de decisão de irrigação. Para implantar esta estratégia de produção, é fundamental realizar estudo prévio da viabilidade de projetos de irrigação, tipo de sistemas, autonomia de lâmina diária, custo da energia elétrica, elevação de produtividade e longevidade esperados. Os equipamentos que melhor se adéquam a esta estratégia de irrigação são do tipo pivôs centrais ou sistemas lineares fixos e rebocáveis.
3) Irrigação plena ou total: Consiste em aplicar lâminas acumuladas de acima de 500 mm/ano. Esta concepção de irrigação tem sido viável apenas para regiões semi-áridas, que apresentam déficit hídrico elevado, não sendo suficiente a utilização de irrigação por déficit. Neste caso, é fundamental a disponibilidade de água e a realização de estudo climático da região, para, baseado no balanço-hídrico, definir estratégia de decisão de irrigação. Para implantar esta estratégia de produção, é fundamental realizar estudo prévio da viabilidade de projetos de irrigação, tipo de sistemas, autonomia de lâmina diária, custo da energia elétrica, elevação de produtividade e longevidade esperados. Os equipamentos que melhor se adéquam a esta estratégia de irrigação são tipo pivôs centrais fixos ou gotejamento enterrado.
O uso viável da irrigação de cana passa de forma inexorável pelo desenvolvimento de projeto com forte embasamento técnico e implantação de um sistema de gerenciamento de irrigação que possibilite a decisão técnica da lâmina de irrigação, assim como o controle do custo de água e energia. Somente com estes preceitos, é possível implantar um projeto de cana irrigada, com viabilidade econômica, social e ambiental. O primeiro passo é a realização de estudo de balanço hídrico desenvolvido de forma específica para o solo e clima da região, avaliando os níveis de redução de evapotranspiração da cultura que acontecerão para cada data de plantio, de acordo com a estratégia de irrigação definida.
O sistema Irriger de Gerenciamento de Irrigação para a cultura de cana de açúcar
O sistema Irriger de gerenciamento de irrigação, com base em vários testes de campo e áreas comerciais monitoradas em diversos estados brasileiros, tem recomendado como estratégia de irrigação de cana para o cerrado, a irrigação com déficit hídrico monitorado. Nesta estratégia, o projeto de irrigação é implantado a partir do estudo do requerimento de irrigação que propiciará redução de 25 a 35% da evapotranspiração potencial da cultura (ETpc). Ou seja, a cultura será conduzida, através de monitoramento do balanço hídrico diário, cruzado com balanço de água no solo, a se desenvolver com déficit hídrico controlado de modo a economizar água e energia, garantindo altos níveis de produtividade. Para tanto, é necessário implantação de um programa de gerenciamento de irrigação, incluindo: estudo físico-hídrico do solo, adequação de eficiência de operação dos equipamentos, monitoramento climático e configuração do uso de água da cultura. As informações são reunidas em um software de balanço hídrico, que realiza o cálculo do déficit hídrico diário, dando referência técnica para a decisão da irrigação de cada talhão.
Considerações Finais
Em estudos desenvolvidos pela Irriger direcionados para o estado de Goiás, Bahia e Maranhão, projetos de irrigação com autonomia diária de 3 mm/dia aplicam de 250 a 350 mm por ano, dependendo da demanda climática, solo e data de plantio. Neste contexto, o custo anual da irrigação, incluindo custo de implantação, energia, operação e depreciação se aproxima de 20 toneladas/ha/ano. O incremento de produtividade pode superar 40 toneladas/ha/ano, com elevação da longevidade do canavial para mais de 08 anos.
Há muito que se conhecer a respeito do potencial de uso da tecnologia de irrigação para a cultura da cana de açúcar. O desenvolvimento de novos parâmetros técnicos que potencializem a resposta de irrigação, incluindo o desenvolvimento de novas variedades e fertirrigação, serão de grande importância para consolidar projetos viáveis. O uso da irrigação na cultura da cana terá importância cada vez maior, sobretudo em áreas de maior déficit hídrico, promovendo aumento da produtividade e rentabilidade por área. Cabe aos investidores buscar assessoramento para estruturar projetos calcados em parâmetros técnicos, seguidos de implantação de sistema de gerenciamento de irrigação que proporcione altos níveis de produtividade e uso racional de água e energia, garantido viabilidade econômica e ambiental às áreas de produção.
| Hiran Medeiros Moreira
Eng. Agrônomo M.Sc. Irrigação Diretor Irriger |
Entre os dias 28 e 29 de setembro, a Valmont, empresa líder no mercado de irrigação no Brasil, estará presente em um dos mais importantes eventos internacionais sobre Biocombustíveis, o World Biofuels Markets Brazil 2011, que será realizado em São Paulo/SP.
Com foco em avanços tecnológicos, inovação, financiamentos e investimentos e na cultura de parcerias em Biocombustíveis da primeira e da segunda geração, o evento apresentará as oportunidades e os desafios que os Biocombustíveis Avançados trazem para o país; a primeira geração de Biocombustíveis e as matérias-primas que abrirão uma nova janela de oportunidades para a produção de energia sustentável.
O congresso reunirá toda a cadeia de valor do Brasil, dos Estados Unidos e da União Europeia e, incluirá, empresas produtoras, refinadoras, provedores de tecnologia, financeiras, distribuidoras, grandes produtoras de petróleo e representantes do governo.
Duas recentes tecnologias de irrigação da marca Valley, lançadas pela Valmont no Brasil, serão demonstradas em um dos mais importantes eventos do setor Sucroenergético do Brasil, a Fenasucro & Agrocana, que tem início amanhã (30/08) e vai até o dia 02 de setembro, em Sertãozinho/SP.
Dentre os produtos que estarão sendo expostos pela Valmont na Fenasucro & Agrocana, destaque para o VIP (Valley Irrigação de Precisão), equipamento que garante a aplicação precisa da água em diferentes partes da área irrigada, maximizando a produção com menor consumo de água e energia. Será demonstrado ainda o software Base Station2-SM, que permite o monitoramento e controle de equipamentos como pivots e estações remotas (bombas, auxiliares diversos) a partir de uma estação Base, via computador e rádio resultando em menor necessidade de deslocamentos no campo e melhor aproveitamento da tarife verde de energia elétrica.
Também serão apresentados painéis de controle, com destaque para o Painel de Controle Valley Touch PRO, lançado oficialmente na Agrishow 2011.
Além de mostrar aos agricultores, os produtos Valley especialmente desenvolvidos para irrigar de forma eficiente as lavouras de cana-de-açúcar, a Valmont também estará empenhada em divulgar o Projeto “Cana pede Água”, do qual é uma das patrocinadoras.
O Projeto “Cana pede Água” pretende divulgar os benefícios da irrigação dentre os agentes do setor sucroenergético e da cadeia produtiva da cana, mostrando aos tomadores de decisão que ela é uma importante alternativa tecnológica para incrementar a produção de cana-de-açúcar do Brasil de forma sustentável.
Atualmente, o Brasil passa por um momento bastante singular: ao mesmo tempo em que as últimas safras de cana não foram suficientes para atender às demandas por etanol e açúcar, apenas pouco mais de 2% dos 9,5 milhões de hectares com cana no país são irrigados com água. Além disso, diversas projeções apontam que a produção nacional de cana nos próximos 10 anos deverá ser entre 65% e 126% maior do que a atual.
O Projeto “Cana pede Água” é patrocinado por um grupo de empresas fornecedoras de equipamentos de irrigação e gerenciado pela Consultoria RPA. A iniciativa não possui fins lucrativos e será desenvolvida através de uma agenda positiva com múltiplas ações para fomentar o uso sustentável de irrigação de cana com água no Brasil.
A Valmont, empresa líder no mercado de Irrigação, estará presente nos próximos dias em um dos mais importantes eventos do setor Sucroenergético do Brasil, a Fenasucro & Agrocana. A feira será realizada em Sertãozinho/SP, entre os dias 30 de agosto e 02 de setembro.
Além de mostrar aos agricultores, os produtos Valley especialmente desenvolvidos para irrigar de forma eficiente as lavouras de cana-de-açúcar, a Valmont também estará empenhada em divulgar o Projeto “Cana pede Água”, do qual é uma das patrocinadoras.
O Projeto “Cana pede Água” pretende divulgar os benefícios da irrigação dentre os agentes do setor sucroenergético e da cadeia produtiva da cana, mostrando aos tomadores de decisão que ela é uma importante alternativa tecnológica para incrementar a produção de cana-de-açúcar do Brasil de forma sustentável.
Atualmente, o Brasil passa por um momento bastante singular: ao mesmo tempo em que as últimas safras de cana não foram suficientes para atender às demandas por etanol e açúcar, apenas pouco mais de 2% dos 9,5 milhões de hectares com cana no país são irrigados com água. Além disso, diversas projeções apontam que a produção nacional de cana nos próximos 10 anos deverá ser entre 65% e 126% maior do que a atual.
O Projeto “Cana pede Água” é patrocinado por um grupo de empresas fornecedoras de equipamentos de irrigação e gerenciado pela Consultoria RPA. A iniciativa não possui fins lucrativos e será desenvolvida através de uma agenda positiva com múltiplas ações para fomentar o uso sustentável de irrigação de cana com água no Brasil.
Produtos e Serviços
Dentre os produtos que estarão sendo expostos pela Valmont na Fenasucro & Agrocana, destaca-se o VIP (Valley Irrigação de Precisão), equipamento que garante a aplicação precisa da água em diferentes partes da área irrigada. Com isso, maximiza-se a produção com menor consumo de água e energia. Será demonstrado ainda o software Base Station2-SM, que permite o monitoramento e controle de equipamentos como pivots e estações remotas (bombas, auxiliares diversos) a partir de uma estação Base, via computador e rádio resultando em menor necessidade de deslocamentos no campo e melhor aproveitamento da tarife verde de energia elétrica. Também serão apresentados painéis de controle, com destaque para o Painel de Controle Valley Touch PRO, lançado oficialmente na Agrishow 2011, e mais uma vez o destaque fica com o Sistema de Transmissão Valley, projetado e construído com peças exclusivas, que contribuem para o melhor funcionamento dos pivots.
O Brasil passa por um momento bastante singular: ao mesmo tempo em que as últimas safras de cana não foram suficientes para atender às demandas por etanol e açúcar, apenas pouco mais de 2% dos 9,5 milhões de hectares com canano país são irrigados com água. Além disso, diversas projeções apontam que aprodução nacional de cana nos próximos 10 anos deverá ser entre 65% e 126%maior do que a atual.
Conscientes da importância, viabilidade e sustentabilidade da irrigação comoopção para vencer estes desafios da indústria da cana no país, um grupo deempresas fornecedoras de equipamentos de irrigação se uniu e criou o Projeto“Cana pede Água”.
O Projeto “Cana pede Água” pretende divulgar os benefícios da irrigaçãodentre os agentes do setor sucroenergético e da cadeia produtiva da cana, mostrando aos tomadores de decisão que ela é uma importante alternativatecnológica para incrementar a produção de cana-de-açúcar do Brasil de forma sustentável.
Gerenciado pela Consultoria RPA e patrocinado pelas empresas Irrigabrasil,NaanDan Jain, Raesa, Tigre e Valmont, que formam seu comitê gestor, o Projeto“Cana pede Água”, que não possui fins lucrativos, atuará através de uma agendapositiva com múltiplas ações para fomentar o uso sustentável de irrigação de cana com água no Brasil.
Saiba mais sobre a atuação da Valmont no setor. Visite: http://www.pivotvalley.com.br/catalogos/cana-de-acucar.pdf
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO:
Ricardo Pinto: fones (16) 3602-0900 / (16) 8144-3238 e e-mail:
Patrícia Díaz: fones (16) 3602-0900 e e-mail:
patricia@rpaconsultoria.com.br
Fonte: RPA Consultoria
A Valmont, empresa líder no mercado de Irrigação, se prepara para participar de um dos mais importantes eventos do setor Sucroenergético do Brasil, a Fenasucro & Agrocana, que será realizada em Sertãozinho/SP, entre os dias 30 de agosto e 02 de setembro. Nesta importante feira, os visitantes podem ter acesso a cadeia de produção da cana-de-açúcar, desde o preparo do solo até a mecanização da lavoura.
Justamente por isso, a Valmont estará presente para mostrar aos agricultores, os produtos Valley especialmente desenvolvidos para irrigar de forma eficiente as lavouras de cana-de-açúcar. No local, a Valmont reforçará sua liderança no mercado de irrigação, demonstrando a importância do desenvolvimento tecnológico para o aumento da produtividade, economia de água e energia e facilidade para o produtor rural.
Dentre os produtos que estarão sendo expostos pela empresa, destaca-se o VIP (Valley Irrigação de Precisão), equipamento que garante a aplicação precisa da água em diferentes partes da área irrigada. Com isso, maximiza-se a produção com menor consumo de água e energia. Será demonstrado ainda o software Base Station2-SM, que permite o monitoramento e controle de equipamentos como pivots e estações remotas (bombas, auxiliares diversos) a partir de uma estação Base, via computador e rádio resultando em menor necessidade de deslocamentos no campo e melhor aproveitamento da tarife verde de energia elétrica. Também serão apresentados painéis de controle, com destaque para o Painel de Controle Valley Touch PRO, lançado oficialmente na Agrishow 2011, e mais uma vez o destaque fica com o Sistema de Transmissão Valley, projetado e construído com peças exclusivas, que contribuem para o melhor funcionamento dos pivots.






